11 de junho de 2011

ESTA AI A NOVA EQUIPE DIRETIVA DO MARIZ ATÉ 2012 !


Devido ao nosso Diretor Hilton ser nomeado na prefeitura de Porto Alegre nos turnos manhã e tarde, ele teve que largar o cargo de dirtor, e a substituta legal, nossa querida e sempre amada Sandra, assumiu o cargo de diretora. Mas o Hilton Continu na direção como vice-Dirtor do NOTURNO.

A EQUIPE DIRETIVA FICOU O SEGUINTE:


ESTÁ AI NOSSA DIREÇÃO ATÉ 2012 E SE DEUS QUISER EM 2012 VAMOS CONTINUAR COM ESTA DIREÇÃO POR MUITOS E MUITOS ANOS, POIS ESTA EQUIPE SABE A IMPORTÂNCIA E APOIÁ O GRÊMIO ESTUDANTIL NA ESCOLA .

Valeeu Sandra, Maristela, Vera e Hilton.

A TRANSPARÊNCIA DA DIREÇÃO ACIMA DE TUDO.

" FAZER, ACREDITAR E ACONTECER JUNTOS"


Força Arthur e Graciela !

O Grêmio Estudantil Mariz e Barros juntamente com o Movimento da Juventude Trabalhista de Porto Alegre e o Movimento Educaçao e Trabalho, prestam todo o apoio e solidariedade aos companheiros, Arthur Luis da Veiga (Vice-Presidente do MJT/POA e Graciela Nienov (Presidente JPTB/RS). Todos estamos rezando e torcendo por uma boa recuperaçao dessas grandes lideranças que trazem orgulho a nossa juventude, sempre prestativos e comprometidos com o crescimento do nosso coletivo. Um forte abraço aos companheiros e saibam que sempre podem contar com nossa gurizada.

Graciela Nienov - Presidente da JPTB/RS

Arthur Luiz da Veiga - Vice-Presidente do MJT/POA

10 de junho de 2011

ESTA LANÇADA A 1ª PROVA DA 1º GINCANA CULTURAL DA SOLIDARIEDADE

No dia, 06 de junho de 2011 foi lançada na Esc. Est. de Ens. Médio Mariz e Barros, a 1º Prova da Gincana Cultural da Solidariedade 2011 organizada pelo Grêmio Estudantil Mariz e Barros- GEMB.

TEMA: FESTA JUNINA

- Cada turma recebeu uma prova que vale a cada kg equivale a 1oo pontos

NO DIA 28/06, A COMISSÃO ORGANIZADORA DA GINCANA PASSARÁ NAS SALAS DE AULA PARA RECEBER O UTENSÍLIOS ARRECADADOS.

- LEMBRE-SE: Todo inicio de mês e lançada uma prova.



Nota oficial da UNE sobre o aumento dos juros no Brasil

Para a União Nacional dos Estudantes, o aumento da taxa de juros aplicada no Brasil impede o desenvolvimento


A União Nacional dos Estudantes recebeu com espanto e preocupação a notícia do novo aumento na taxa selic, realizada nesta terça-feira (8/06), pelo Banco Central. Para os estudantes, a elevada taxa de juros cobrada no país impede o desenvolvimento de diversas atividades, causando retrocessos que não condizem com a situação atual da economia brasileira, quando a inflação se mostra sob controle e existe um desaquecimento da produção industrial. A inflação é preocupação de todos os brasileiros, mas não pode servir de desculpas para defender outros interesses.


A
UNE, que em toda a sua história esteve ao lado dos interesses nacionais e, durante os últimos anos desencadeou campanhas como o “Fora Meirelles”, pedindo a saída do antecessor manda-chuva do Banco Central, volta a ressaltar a importância da redução imediata da taxa de juros aplicadas no Brasil. O absurdo está no fato de que o país gasta todos os anos mais com o pagamento dos juros da dívida pública do que em todas as áreas sociais juntas.

A subserviência ao humor do “mercado” não pode prejudicar os compromissos do novo governo com o crescimento nacional. A estrondosa taxa, a maior do planeta, preocupa os estudantes, principalmente, com relação à nossa incansável luta para chegarmos a investimentos de 10% do PIB na educação. Elevar os juros apenas nos mantêm cada vez mais distante dessa meta.

Nota oficial da UNE sobre o aumento dos juros no Brasil

Para a União Nacional dos Estudantes, o aumento da taxa de juros aplicada no Brasil impede o desenvolvimento


A União Nacional dos Estudantes recebeu com espanto e preocupação a notícia do novo aumento na taxa selic, realizada nesta terça-feira (8/06), pelo Banco Central. Para os estudantes, a elevada taxa de juros cobrada no país impede o desenvolvimento de diversas atividades, causando retrocessos que não condizem com a situação atual da economia brasileira, quando a inflação se mostra sob controle e existe um desaquecimento da produção industrial. A inflação é preocupação de todos os brasileiros, mas não pode servir de desculpas para defender outros interesses.


A
UNE, que em toda a sua história esteve ao lado dos interesses nacionais e, durante os últimos anos desencadeou campanhas como o “Fora Meirelles”, pedindo a saída do antecessor manda-chuva do Banco Central, volta a ressaltar a importância da redução imediata da taxa de juros aplicadas no Brasil. O absurdo está no fato de que o país gasta todos os anos mais com o pagamento dos juros da dívida pública do que em todas as áreas sociais juntas.

A subserviência ao humor do “mercado” não pode prejudicar os compromissos do novo governo com o crescimento nacional. A estrondosa taxa, a maior do planeta, preocupa os estudantes, principalmente, com relação à nossa incansável luta para chegarmos a investimentos de 10% do PIB na educação. Elevar os juros apenas nos mantêm cada vez mais distante dessa meta.

Nota oficial da UNE sobre o aumento dos juros no Brasil

Para a União Nacional dos Estudantes, o aumento da taxa de juros aplicada no Brasil impede o desenvolvimento


A União Nacional dos Estudantes recebeu com espanto e preocupação a notícia do novo aumento na taxa selic, realizada nesta terça-feira (8/06), pelo Banco Central. Para os estudantes, a elevada taxa de juros cobrada no país impede o desenvolvimento de diversas atividades, causando retrocessos que não condizem com a situação atual da economia brasileira, quando a inflação se mostra sob controle e existe um desaquecimento da produção industrial. A inflação é preocupação de todos os brasileiros, mas não pode servir de desculpas para defender outros interesses.


A
UNE, que em toda a sua história esteve ao lado dos interesses nacionais e, durante os últimos anos desencadeou campanhas como o “Fora Meirelles”, pedindo a saída do antecessor manda-chuva do Banco Central, volta a ressaltar a importância da redução imediata da taxa de juros aplicadas no Brasil. O absurdo está no fato de que o país gasta todos os anos mais com o pagamento dos juros da dívida pública do que em todas as áreas sociais juntas.

A subserviência ao humor do “mercado” não pode prejudicar os compromissos do novo governo com o crescimento nacional. A estrondosa taxa, a maior do planeta, preocupa os estudantes, principalmente, com relação à nossa incansável luta para chegarmos a investimentos de 10% do PIB na educação. Elevar os juros apenas nos mantêm cada vez mais distante dessa meta.

Nota oficial da UNE sobre o aumento dos juros no Brasil

Para a União Nacional dos Estudantes, o aumento da taxa de juros aplicada no Brasil impede o desenvolvimento


A União Nacional dos Estudantes recebeu com espanto e preocupação a notícia do novo aumento na taxa selic, realizada nesta terça-feira (8/06), pelo Banco Central. Para os estudantes, a elevada taxa de juros cobrada no país impede o desenvolvimento de diversas atividades, causando retrocessos que não condizem com a situação atual da economia brasileira, quando a inflação se mostra sob controle e existe um desaquecimento da produção industrial. A inflação é preocupação de todos os brasileiros, mas não pode servir de desculpas para defender outros interesses.


A
UNE, que em toda a sua história esteve ao lado dos interesses nacionais e, durante os últimos anos desencadeou campanhas como o “Fora Meirelles”, pedindo a saída do antecessor manda-chuva do Banco Central, volta a ressaltar a importância da redução imediata da taxa de juros aplicadas no Brasil. O absurdo está no fato de que o país gasta todos os anos mais com o pagamento dos juros da dívida pública do que em todas as áreas sociais juntas.

A subserviência ao humor do “mercado” não pode prejudicar os compromissos do novo governo com o crescimento nacional. A estrondosa taxa, a maior do planeta, preocupa os estudantes, principalmente, com relação à nossa incansável luta para chegarmos a investimentos de 10% do PIB na educação. Elevar os juros apenas nos mantêm cada vez mais distante dessa meta.

No Chile, manifestação reúne 40 mil contra a mercantilização da educação


Na última quarta-feira (01/06), 40 mil manifestantes chilenos, ocuparam as ruas de Santiago, capital do país, para protestar contra a mercantilização da educação no país com o objetivo de pressionar o governo do país a reconhecer a crise vivida no sistema educacional.

A paralização nacional foi liderada pela Confederação de Federações Estudantis do Chile (Confech) e envolveu estudantes universitários, secundaristas, professores e funcionários das universidades, que caminharam da Universidade de Santiago de Chile e foi até o Ministério da Educação.

O representante da UNE no secretariado executivo da OCLAE (Organização Continental Latinoamericana e Caribenha de Estudantes), Mateus Fiorentini, esteve presente na paralisação para manifestar o apoio dos estudantes brasileiros e latinoamericanos à luta dos estudantes chilenos. “Quero que os estudantes chilenos estejam seguros de que essa luta não é só deles, mas é também dos estudantes brasileiros e latinoamericanos”, disse.

Segundo a presidente da Federação de Estudantes da Universidade de Chile (Fech), Camila Vallejo, o debate proposto com o ato gira em torno de se decidir que tipo de universidade o país precisa. “O Ministro da Educação e o Presidente precisam reconhecer que a educação superior esta em crise", afirmou.

Para o presidente da Federação de Estudantes da Universidade de Santiago de Chile (Feusach), Camilo Briones é dever dos estudantes lutar contra a mercantilização da educação. “Nosso país precisa de uma educação superior a serviço de um projeto de desenvolvimento soberano para o país", finaliza.

Veja como foi a paralização no vídeo: