12 de junho de 2011
11 de junho de 2011
ESTA AI A NOVA EQUIPE DIRETIVA DO MARIZ ATÉ 2012 !

ESTÁ AI NOSSA DIREÇÃO ATÉ 2012 E SE DEUS QUISER EM 2012 VAMOS CONTINUAR COM ESTA DIREÇÃO POR MUITOS E MUITOS ANOS, POIS ESTA EQUIPE SABE A IMPORTÂNCIA E APOIÁ O GRÊMIO ESTUDANTIL NA ESCOLA .
Força Arthur e Graciela !
10 de junho de 2011
ESTA LANÇADA A 1ª PROVA DA 1º GINCANA CULTURAL DA SOLIDARIEDADE
Nota oficial da UNE sobre o aumento dos juros no Brasil
Para a União Nacional dos Estudantes, o aumento da taxa de juros aplicada no Brasil impede o desenvolvimento
A União Nacional dos Estudantes recebeu com espanto e preocupação a notícia do novo aumento na taxa selic, realizada nesta terça-feira (8/06), pelo Banco Central. Para os estudantes, a elevada taxa de juros cobrada no país impede o desenvolvimento de diversas atividades, causando retrocessos que não condizem com a situação atual da economia brasileira, quando a inflação se mostra sob controle e existe um desaquecimento da produção industrial. A inflação é preocupação de todos os brasileiros, mas não pode servir de desculpas para defender outros interesses.
A UNE, que em toda a sua história esteve ao lado dos interesses nacionais e, durante os últimos anos desencadeou campanhas como o “Fora Meirelles”, pedindo a saída do antecessor manda-chuva do Banco Central, volta a ressaltar a importância da redução imediata da taxa de juros aplicadas no Brasil. O absurdo está no fato de que o país gasta todos os anos mais com o pagamento dos juros da dívida pública do que em todas as áreas sociais juntas.
A subserviência ao humor do “mercado” não pode prejudicar os compromissos do novo governo com o crescimento nacional. A estrondosa taxa, a maior do planeta, preocupa os estudantes, principalmente, com relação à nossa incansável luta para chegarmos a investimentos de 10% do PIB na educação. Elevar os juros apenas nos mantêm cada vez mais distante dessa meta.
Nota oficial da UNE sobre o aumento dos juros no Brasil
Para a União Nacional dos Estudantes, o aumento da taxa de juros aplicada no Brasil impede o desenvolvimento
A União Nacional dos Estudantes recebeu com espanto e preocupação a notícia do novo aumento na taxa selic, realizada nesta terça-feira (8/06), pelo Banco Central. Para os estudantes, a elevada taxa de juros cobrada no país impede o desenvolvimento de diversas atividades, causando retrocessos que não condizem com a situação atual da economia brasileira, quando a inflação se mostra sob controle e existe um desaquecimento da produção industrial. A inflação é preocupação de todos os brasileiros, mas não pode servir de desculpas para defender outros interesses.
A UNE, que em toda a sua história esteve ao lado dos interesses nacionais e, durante os últimos anos desencadeou campanhas como o “Fora Meirelles”, pedindo a saída do antecessor manda-chuva do Banco Central, volta a ressaltar a importância da redução imediata da taxa de juros aplicadas no Brasil. O absurdo está no fato de que o país gasta todos os anos mais com o pagamento dos juros da dívida pública do que em todas as áreas sociais juntas.
A subserviência ao humor do “mercado” não pode prejudicar os compromissos do novo governo com o crescimento nacional. A estrondosa taxa, a maior do planeta, preocupa os estudantes, principalmente, com relação à nossa incansável luta para chegarmos a investimentos de 10% do PIB na educação. Elevar os juros apenas nos mantêm cada vez mais distante dessa meta.
Nota oficial da UNE sobre o aumento dos juros no Brasil
Para a União Nacional dos Estudantes, o aumento da taxa de juros aplicada no Brasil impede o desenvolvimento
A União Nacional dos Estudantes recebeu com espanto e preocupação a notícia do novo aumento na taxa selic, realizada nesta terça-feira (8/06), pelo Banco Central. Para os estudantes, a elevada taxa de juros cobrada no país impede o desenvolvimento de diversas atividades, causando retrocessos que não condizem com a situação atual da economia brasileira, quando a inflação se mostra sob controle e existe um desaquecimento da produção industrial. A inflação é preocupação de todos os brasileiros, mas não pode servir de desculpas para defender outros interesses.
A UNE, que em toda a sua história esteve ao lado dos interesses nacionais e, durante os últimos anos desencadeou campanhas como o “Fora Meirelles”, pedindo a saída do antecessor manda-chuva do Banco Central, volta a ressaltar a importância da redução imediata da taxa de juros aplicadas no Brasil. O absurdo está no fato de que o país gasta todos os anos mais com o pagamento dos juros da dívida pública do que em todas as áreas sociais juntas.
A subserviência ao humor do “mercado” não pode prejudicar os compromissos do novo governo com o crescimento nacional. A estrondosa taxa, a maior do planeta, preocupa os estudantes, principalmente, com relação à nossa incansável luta para chegarmos a investimentos de 10% do PIB na educação. Elevar os juros apenas nos mantêm cada vez mais distante dessa meta.
Nota oficial da UNE sobre o aumento dos juros no Brasil
Para a União Nacional dos Estudantes, o aumento da taxa de juros aplicada no Brasil impede o desenvolvimento
A União Nacional dos Estudantes recebeu com espanto e preocupação a notícia do novo aumento na taxa selic, realizada nesta terça-feira (8/06), pelo Banco Central. Para os estudantes, a elevada taxa de juros cobrada no país impede o desenvolvimento de diversas atividades, causando retrocessos que não condizem com a situação atual da economia brasileira, quando a inflação se mostra sob controle e existe um desaquecimento da produção industrial. A inflação é preocupação de todos os brasileiros, mas não pode servir de desculpas para defender outros interesses.
A UNE, que em toda a sua história esteve ao lado dos interesses nacionais e, durante os últimos anos desencadeou campanhas como o “Fora Meirelles”, pedindo a saída do antecessor manda-chuva do Banco Central, volta a ressaltar a importância da redução imediata da taxa de juros aplicadas no Brasil. O absurdo está no fato de que o país gasta todos os anos mais com o pagamento dos juros da dívida pública do que em todas as áreas sociais juntas.
A subserviência ao humor do “mercado” não pode prejudicar os compromissos do novo governo com o crescimento nacional. A estrondosa taxa, a maior do planeta, preocupa os estudantes, principalmente, com relação à nossa incansável luta para chegarmos a investimentos de 10% do PIB na educação. Elevar os juros apenas nos mantêm cada vez mais distante dessa meta.
No Chile, manifestação reúne 40 mil contra a mercantilização da educação
Na última quarta-feira (01/06), 40 mil manifestantes chilenos, ocuparam as ruas de Santiago, capital do país, para protestar contra a mercantilização da educação no país com o objetivo de pressionar o governo do país a reconhecer a crise vivida no sistema educacional.
A paralização nacional foi liderada pela Confederação de Federações Estudantis do Chile (Confech) e envolveu estudantes universitários, secundaristas, professores e funcionários das universidades, que caminharam da Universidade de Santiago de Chile e foi até o Ministério da Educação.
O representante da UNE no secretariado executivo da OCLAE (Organização Continental Latinoamericana e Caribenha de Estudantes), Mateus Fiorentini, esteve presente na paralisação para manifestar o apoio dos estudantes brasileiros e latinoamericanos à luta dos estudantes chilenos. “Quero que os estudantes chilenos estejam seguros de que essa luta não é só deles, mas é também dos estudantes brasileiros e latinoamericanos”, disse.
Segundo a presidente da Federação de Estudantes da Universidade de Chile (Fech), Camila Vallejo, o debate proposto com o ato gira em torno de se decidir que tipo de universidade o país precisa. “O Ministro da Educação e o Presidente precisam reconhecer que a educação superior esta em crise", afirmou.
Para o presidente da Federação de Estudantes da Universidade de Santiago de Chile (Feusach), Camilo Briones é dever dos estudantes lutar contra a mercantilização da educação. “Nosso país precisa de uma educação superior a serviço de um projeto de desenvolvimento soberano para o país", finaliza.
Veja como foi a paralização no vídeo:

