25 de março de 2011

Estudantes exigem 10% do PIB e 50% do pré-sal para educação



Cerca de 5 mil estudantes se juntaram, hoje (24), em uma manifestação organizada pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Eles pedem que 10% do Produto Interno Bruto (PIB), além de 50% dos recursos do fundo social do pré-sal, sejam investidos em educação.

O presidente da UNE, Augusto Chagas, argumentou que não há outra forma de melhorar as universidades e as escolas se não houver investimento em educação.

“Nós apresentamos [aos deputados] uma emenda ao PNE [Plano Nacional de Educação] para que seja destinado 10% do PIB para a educação. Os 7% que estão na proposta do governo, a presidente Dilma já se comprometeu a atingir até 2014. Na nossa opinião é possível atingir os 10% até 2020 e estamos mostrando o caminho. Voltamos a apresentar a nossa emenda que propõe destinar 50% do fundo social do pré-sal para a educação”.

Segundo Chagas, o grande problema do fundo social do pré-sal é não determinar “prioridades”. Dessa forma, segundo ele, os recursos podem ser gastos em qualquer área social. “Ele pode ser gasto em saúde, em educação, cultura, ciência e tecnologia. Na nossa opinião, se não existe prioridade, esse recurso talvez não resolva o problema. Achamos que a agenda prioritária é a educação e 50% devem ser destinados para fazermos investimentos estratégicos em educação”, analisou, conforme publicado na Agência Brasil/Roberta Lopes:

O presidente da Ubes, Yvann Ivanovick, disse que esse é o momento certo para se discutir o percentual do PIB que deve ser aplicado em educação.

“O ano de 2011 é o ano da educação. Temos a oportunidade de aprovar o Plano Nacional de Educação e garantir 10% do PIB para a educação. Há dez anos o congresso aprovou 10% para a educação e o governo vetou. O trabalhador, quando deixa de pagar uma dívida, paga mais caro. O Brasil tem uma dívida com a educação e agora tem que pagar mais caro.”

A presidenta da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Fátima Bezerra, disse que o Plano Nacional de Educação vai exigir uma ampla discussão dentro do parlamento. “A Câmara vai se debruçar sobre o debate do PNE. Ele é fruto de uma ampla discussão no país e, por isso, não pode ser aprovado a toque de caixa.”

Segundo os dirigentes do movimento estudantil, novas passeatas devem ser organizadas nos próximos dias em outros estados.

Recursos devem chegar a 7% do PIB




Entidades que representam estudantes reivindicam que verbas para o setor cheguem a 10% do PIB nacional

Brasília. Ao receber líderes estudantis ontem no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff se comprometeu a elevar os investimentos na educação para 7% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim de seu governo, em 2014. Os estudantes querem um aumento maior - dos atuais 4% para 10% do PIB. A reivindicação está entre as 59 emendas ao Plano Nacional de Educação propostas pelos estudantes e reunidas em um documento entregue à presidente.

Outra proposta é a aprovação do projeto que destina 50% do fundo social do pré-sal para a educação. Segundo nota da Secretaria-Geral da Presidência da República, Dilma "disse aos estudantes que a pauta a respeito da aplicação dos recursos do pré-sal em educação é uma luta legítima".

O encontro com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) contou com a presença do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e do ministro da Educação, Fernando Haddad.

Pré-escola

A presidente Dilma também anunciou ontem que enviará ao Congresso Nacional Medida Provisória para repassar recursos a prefeituras, de forma a ajudar na manutenção de creches recém-construídas e que atendem crianças de zero a seis anos.

Os municípios se queixavam que bancavam sozinhos o custo desses estabelecimentos enquanto não conseguiam regularizar o funcionamento dessas unidades no Ministério da Educação. O governo já tinha anunciado o repasse de R$ 6 bilhões, como parte do PAC 2, para a construção de estabelecimentos de ensino até 2014.

Não foi informado o valor que será liberado com a MP, que financiará somente despesas de custeio. Dilma recebeu ontem um grupo de prefeitos para anunciar a inauguração de 54 creches. A meta é construir outras 718 unidades.

16 de fevereiro de 2011



Para RENOVÇÃO !

- Preencher a ficha de inscrição
- Carteira Escolar de 2008 ou 2009 (apresentação obrigatória)
- Cópia da Carteira Escolar
- Atestado escolar original (Período de duração do curso, carimbo e assinatura do responsável da escola e carimbo da escola); e
- Taxa de R$ 13,30


Fazer pela 1º Vez:

- Preencher a ficha de inscrição;
- 1 Foto 3X4 recente;
- Cópia da Identidade ou Certidão de Nascimento (para maiores de 18 anos somente documento de Identidade);
- Cópia do CPF (menor de 18 que não possua o documento poderá anexar o da mãe, pai ou responsável legal);
- Atestado Escolar original (contendo o período de duração do curso, carimbo com a assinatura do Diretor e carimbo da escola);
- Cópia do comprovante de residência atualizado, no máximo 60 dias (caso o comprovante não esteja em seu nome, do pai ou da mãe, fornecer declaração de próprio punho do titular da residência comprovando que o estudante reside em seu endereço, juntamente com a cópia do documento de identidade do declarante); e
- Taxa de R$ 13,30

11 de fevereiro de 2011

- Se preparando com a VOLTA AS AULAS !


Bom Galera, dia 28/02, Inicia o ano letivo na E.E.E.Médio Mariz e Barros. Vamos se preparando para rever os colegas, os amigos e professores.

Dilma promete valorização da Educação no combate à miséria



Em pronunciamento, a presidenta ressaltou a importância das melhorias no ensino público e anunciou primeiras ações do governo.

Na noite da última quinta-feira, 10 de fevereiro, a presidenta Dilma Rousseff fez seu primeiro pronunciamento no cargo tratando das ações do governo federal na Educação. Segundo Dilma, o combate à miséria passa necessariamente pelo desenvolvimento do setor e, dessa maneira, sua gestão irá privilegiar programas de ampliação do acesso ao ensino público, bem como as melhorias estruturais e a valorização dos profissionais.

“Nenhuma área pode unir melhor a sociedade que a Educação. Nenhuma ferramenta é mais decisiva do que ela para superarmos a pobreza e a miséria. Nenhum espaço pode realizar melhor o presente e projetar com mais esperança o futuro do que uma sala de aula bem equipada, onde professores possam ensinar bem e alunos possam aprender cada vez melhor. É nesse caminho que temos que seguir avançando com passos largos”, declarou Dilma.

A presidenta também assumiu compromisso com a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, a fim de garantir internet não só nas escolas como também nas casas da população mais pobre e anunciou o lançamento do Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica, o Pronatec, que leva a fórmula do ProUni às escolas técnicas. Ainda na questão da acessibilidade à Educação, Dilma prometeu ampliar vagas nos cursos profissionalizantes, no ensino médio e nas universidades. Sobre as falhas apresentadas no Enem e no Sisu, ela afirmou que o governo está tomando medidas de correção que irão garantir a credibilidade desses instrumentos.

Outro ponto relevante mencionado por Dilma diz respeito à valorização dos professores. “O momento é para se investir ainda mais na formação e remuneração de professores, de ampliar o número de creches e pré-escolas em todo o país, de criar condições de estudo e permanência na escola, para superar a evasão e a repetência”.

O governo federal aproveitou o pronunciamento para lançar seu novo slogan: “País rico é país sem pobreza”. Ao explicar a frase, Dilma afirmou que “só realizaremos o destino de grandeza do Brasil quando acabarmos com a miséria”.

10 de fevereiro de 2011



- Vamos levar os estudantes para as ruas e mostras que nós estudantes temos força, e muita coragem,vamos reivindicar esse aumento abusivo da passagem e é isso ai galera.

9 de fevereiro de 2011

Aumento de passagem gera protesto em Porto Alegre

Porto Alegre tem a terceira passagem de ônibus mais cara entre as principais capitais do país

Entre as 12 principais capitais do Brasil, apenas usuários de Florianópolis e de São Paulo gastam mais do que os porto-alegrenses para andar de ônibus. Com o reajuste oficializado na última terça-feira, os moradores da capital gaúcha agora pagam R$ 2,70 por cada viagem no transporte coletivo. Os paulistas desembolsam R$ 3, enquanto os catarinenses gastam R$ 2,95.

Os valores representam os preços integrais das passagem, sem levar em conta descontos para estudantes ou tarifas integradas. A quarta passagem mais cara do Brasil é de Salvador, que cobra R$ 2,50 pela condução. O valor mais baixo é registrado em Fortaleza, onde por R$ 1,90 o usuário tem direito ao ônibus. Porém, um reajuste já está sendo negociado na capital cearense. A estimativa é de que a passagem chegue a R$ 2,20.


Confira o valor das passagens em outras capitais*:
Rio de Janeiro - R$ 2,40
São Paulo - R$ 3
Florianópolis - R$ 2,95
Curitiba - R$ 2,20 (deve aumentar em breve)
Belo Horizonte - R$ 2,45
Salvador - R$ 2,50
Recife - R$ 2
Fortaleza - R$ 1,90 - (deve aumentar em breve)
Cuiabá - R$ 2,50
Goiânia - R$ 2,25
Brasília - R$ 2
Manaus - R$ 2,25

* O levantamento analisou os valores nas 12 principais cidade do Brasil, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).